“Bem-aventurados os nossos inimigos porque são eles, dentro de nós, por simples imaginação, os nossos primeiros críticos, obrigando-nos a uma vigilância mais viva e constante de tudo quanto fazemos. Sem esses calhordas providenciais, não seríamos tão rigorosos com o nosso verso e a nossa prosa. É preciso pensar neles com o sentimento da melhor gratidão. São eles que nos aprimoram”. (JOSUÉ MONTELLO, Diário da Tarde, entrada de 24/1/1967).