“O homem de hoje não cultiva o que não pode ser abreviado”. (PAUL VALÉRY, filósofo e escritor francês, 1871-1945).
Reclamam os advogados que, se antes os juízes não liam as peças que estavam nos autos de um processo, reclamam agora, com ainda maior veemência, que algumas sentenças estão a ser produzidas em escala industrial, especialmente depois que a inteligência artificial Não há mais sentenças artesanais. Todas se parecem, seja na linguagem, seja na estruturação, seja no pensar, ou precisamente em sua ausência.
Mas os juízes também reclamam, porque também se torna cada vez mais raro que uma peça
