“Por que será que nossa língua comum, tão jeitosa em qualquer outro emprego, se torna obscura e ininteligível nos contratos e nos testamentos, e que aquele que se exprime com tanta clareza, em tudo o que diz e escreve, não encontra neles nenhuma forma de exprimir-se que não caia em dúvida e contradição”. (MONTAIGNE, Ensaios da Experiência).