“Nada – nem as grandes feras, nem os micróbios – pode ser mais terrível para o homem que uma espécie inteligente, sangrenta, cruel, que soubesse compreender e frustrar a inteligência humana e cujo fim seria precisamente a destruição do homem. Esta espécie, evidentemente, é a nossa, apreendida por todos os homens nos outros por meio da escassez”. (SARTRE, Crítica da Razão Dialética).