“Devo dizer que aprendi muito com os maus poetas. Neles, mais do que nos bons, se acusa o que devemos evitar. Não é que os defeitos que abundam nos maus não aparecem nos bons. Aparecem sim. Há poemas perfeitos, não há poetas perfeitos”. (MANUEL BANDEIRA, Poesia Complexa e Prosa, volume único, editora Nova Aguilar).